Autor: Alessandro D'Avenia
Editora: Bertrand Brasil
ISBN: 9788528615050
Número de páginas: 368
Sinopse: Leo é um garoto de dezesseis anos como tantos: adora o papo com os amigos, o futebol, as corridas de motoneta, e vive em perfeita simbiose com seu iPod. As horas passadas na escola são uma tortura, e os professores, “uma espécie protegida que você espera ver definitivamente extinta”. Apesar de toda a rebeldia, ele tem um sonho que se chama Beatriz. E, quando descobre que ela está terrivelmente doente, Leo deverá escavar profundamente dentro de si, sangrar e renascer para a vida adulta que o espera.
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terça-feira, 30 de julho de 2013
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
As joias de Manhattan - Carmen Reid
Autora: Carmen Reid
Editora: Bertrand Brasil
Número de páginas: 350
ISBN: 9788528616224
Sinopse: Como todos os planos malucos, este foi planejado em um guardanapo de papel. 1. Roubar joias fabulosas 2. Vender as joias por milhões 3. Viver feliz para sempre.
Era um plano brilhante e parecia tão simples... depois de ter tomado vários coquetéis. Não era tão simples assim... se nunca roubou nada antes e se namora um policial. As três irmãs Jewel: Amber, Sapphire e Em, foram para Nova York em busca da vida perfeita. Mas precisam roubar seu sonho? Ou vão conseguir resistir à tentação? Um conto romântico, maravilhoso e cintilante para quem já sonhou em ter uma vida mais brilhante.
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Cidade mágica - Drew Lerman
Autor: Drew Lerman
Editora: Bertrand Brasil
Número de páginas: 336
ISBN: 8528615618
Sinopse: Tendo sobrevivido a uma experiência traumática e agora sofrendo com o estresse que isso lhe causou, Henry Fuller está apático e inseguro sobre cada decisão que toma em sua vida, e se pergunta se pode confiar em seu companheiro de rebeldia, que parece ficar extasiado ao pressionar Henry ainda mais. Tudo isso em meio a uma vida escolar confusa e ao fim de um relacionamento amoroso. Somente ele próprio é capaz de mudar sua vida completamente. Mas será que ele pode e quer? Após sua casa ser atacada por um furacão, o adolescente Henry passa a viver resignado e triste. Para piorar, sua namorada termina o relacionamento e ele odeia a cidade em que vive. Com uma escrita corajosa, Lerman traça um painel interessante das mazelas enfrentadas na adolescência.
quarta-feira, 4 de julho de 2012
O livro das coisas perdidas - John Connolly
Autor: John Connolly
Editora: Bertrand Brasil
ISBN: 8528615472
Número de páginas: 364
Sinopse: Após a morte da mãe, David, de 12 anos, passa a maior parte do tempo em seu quarto tendo com os livros como companhia. Quando eles começam a sussurrar para o menino, realidade e imaginação se misturam até que, ao brincar no jardim, entra em um reino encantado, onde encontrará heróis, monstros e um rei fracassado que guarda seus segredos em um livro misterioso.
Antes de qualquer coisa, gostaria de parabenizar a editora pelo ótimo trabalho feito. A diagramação do miolo é linda, encontrei pouquíssimas falhas de revisão e a capa, que imita couro, é maravilhosa. Dito isso, vamos ao livro: A narrativa de John é boa. Muda um pouco o foco, ás vezes apenas contando os fatos e os sentimentos dos personagens, e ás vezes conta como se estivesse falando com o leitor. É do tipo que te faz querer saber o que vem a seguir, mas não a ponto de ler desenfreadamente, pois é bem detalhista.
Gostei muito de David, o personagem principal. No entanto, o autor não conseguiu me convencer de que um menino de 12 anos pudesse ter pensamentos tão maduros, e isso ficou um pouco estranho. Os outros personagens são bem caracterizados de maneira que chega a causar ao leitor raiva, segurança ou medo no momento em que o nome de um deles aparece.
O final é bonito, mas um pouco corrido, já que a história se desenrolou tão lentamente. É interessante a forma como o autor interligou acontecimentos que se justificam e, ainda assim, criou um desfecho surpreendentemente assustador. Aliás, ainda que a história seja sobre uma criança, eu nunca daria para uma criança ler, porque tem cenas bastante fortes.
Acredito que esse livro tenha dois lados em que pode ser julgado. Em primeiro lugar, é uma história sobre um mundo encantado, com feiticeiras, lobisomens, monstros e todo o tipo de coisa que uma criança poderia imaginar. Isso, por mais delicioso que seja e sempre será, é um tanto quanto clichê. O autor brinca com antigos contos de fadas como A branca de neve para criar um novo que acabou não sendo tão original assim. No entanto, do outro lado da história, vemos uma criança que aprende lições sobre lealdade, amor, medos, sonhos e sobre como eles podem transformar uma pessoa. É sobre a maldade humana e sobre a vida, o que me deixou maravilhada.
Gostei muito de David, o personagem principal. No entanto, o autor não conseguiu me convencer de que um menino de 12 anos pudesse ter pensamentos tão maduros, e isso ficou um pouco estranho. Os outros personagens são bem caracterizados de maneira que chega a causar ao leitor raiva, segurança ou medo no momento em que o nome de um deles aparece.
O final é bonito, mas um pouco corrido, já que a história se desenrolou tão lentamente. É interessante a forma como o autor interligou acontecimentos que se justificam e, ainda assim, criou um desfecho surpreendentemente assustador. Aliás, ainda que a história seja sobre uma criança, eu nunca daria para uma criança ler, porque tem cenas bastante fortes.
Acredito que esse livro tenha dois lados em que pode ser julgado. Em primeiro lugar, é uma história sobre um mundo encantado, com feiticeiras, lobisomens, monstros e todo o tipo de coisa que uma criança poderia imaginar. Isso, por mais delicioso que seja e sempre será, é um tanto quanto clichê. O autor brinca com antigos contos de fadas como A branca de neve para criar um novo que acabou não sendo tão original assim. No entanto, do outro lado da história, vemos uma criança que aprende lições sobre lealdade, amor, medos, sonhos e sobre como eles podem transformar uma pessoa. É sobre a maldade humana e sobre a vida, o que me deixou maravilhada.
No geral, é uma ótima história onde se mergulhar.
Avaliação: 4/5
- Não acredita muito nas pessoas, não é? - perguntou David.- Não acredito muito em nada. - respondeu Rolando. - Nem mesmo em mim.
Beijinhos,
Ná Mazzilli
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